GT BackStreamDB

Proposta


O GT-BackStreamDB apresenta as seguintes propostas de refinamentos do projeto para a Fase 2:

  • Alterações no SGSD Borealis: O SGSD Borealis foi originalmente concebido de forma que um código executável é gerado a partir da definição de um conjunto de consultas. Dessa forma, ao contrário dos SGBDs tradicionais, nos quais consultas são dinamicamente submetidas ao sistema, o Borealis requer um processo de compilação para que elas sejam executadas. Na Fase 1 do GT algumas alterações no SGSD Borealis foram implementadas tornando possível o registro de novas consultas no sistema sem a necessidade de compilações do sistema para cada consulta. Para a Fase 2 do GT é planejada a implementação da funcionalidade de des- registro dinâmico de consultas no SGSD, ou seja, permitir que o sistema deixe de gerar determinadas medições, sem interrupção no funcionamento do sistema. Outro ponto de investigação importante é na melhoria na estabilidade do SGSD como um todo.

  • Refinamento da integração com o arcabouço MonIPÊ: É planejada a utilização do serviço de autenticação e autorização do PerfSONAR para o controle de acesso ao serviço. Além disso, é planejada a obtenção do tráfego através de um ponto de medição (MP) Netflow existente no arcabouço PerfSONAR. A obtenção destes dados através do MP, além de refinar a integração da ferramenta com o MonIPÊ no nível de arquitetura, permite que várias aplicações utilizem o mesmo serviço, evitando a duplicação de esforços. Além disso, pode ser possível implementar a anonimização de fluxos, ou a seleção dos fluxos baseada nas permissões do usuário.

  • Ajustes na ferramenta QueryReg: À medida que novas funcionalidades e melhorias na interface de registro de consultas forem identificadas, elas serão incorporadas na ferramenta. Como exemplo de modificação pode ser citada a possibilidade de definir filtros distintos para cada ponto de captura de fluxo. Esta funcionalidade permitiria considerar características locais a cada nodo de captura, como por exemplo a interface de entrada e saída do roteador. Além dos refinamentos na interface propriamente dita, é planejada a integração da ferramenta de registro de consultas à ferramenta de administração/configuração de serviços do MoniIPÊ.

  • Implementação de uma interface Web de visualização: Com o objetivo de facilitar o acesso e utilização do StreamGraph, ferramenta de visualização de resultados desenvolvida na Fase 1, para o usuário final, é planejado o desenvolvimento de uma interface Web para o visualizador de consultas, bem como ajustes na ferramenta de visualização existente.

  • Disponibilização de uma biblioteca de consultas: Para tornar o acesso à ferramenta e aos dados por ela gerados ainda mais simples, é planejado o desenvolvimento de uma biblioteca de consultas para usuários de diferentes categorias.

  • Extensão do número de PoPs do piloto: É objetivo da segunda fase aumentar o número de PoPs para cerca de 4 a 5 PoPs totalmente funcionais, além do CEO e dos PoPs Santa Catarina e Paraná que já participam desde a Fase 1.